Mais mexidas no PS que consome lideranças num ritmo frenético, dando-se o caso de a realidade ter feito emergir de novo o Seguro entretanto e durante muito tempo retido nas Caldas para agora desaguar no Palácio de Belém.
E foi na recepção oficial do Presidente da República que muitas almas socialistas se cruzaram, se abraçaram, sei lá com que convicções profundas, mas acreditemos que todos lá estiveram para saudar o eleito, mesmo que para isso nada tenham feito, pelo menos que se saiba!.
Bem ilustre e sabido esteve o Ricardo Gonçalves que a revista Sábado picou tendo dado à estampa uma conversa que deve ser retida. Foi isto:

Trazemos para aqui o Ricardo, primeiro porque é meu amigo, segundo meu camarada na Católica carteira de Filosofia em Braga sob o incenso dos solidários jesuítas. Estes ingredientes, todos juntos, explicam o Ricardo e a sorte que o PS tem em o ter nas suas fileiras, apesar de quase sempre na oposição!
Segundo a Sábado Pedro, o trabalhador, sorriu perante a lembrança do minhoto de Monção. E sorriu porque agora o ouviu. E radica aqui a nossa referência a este apoiante de JLC.
O Ricardo voa como as andorinhas, sobe e desce à terra para a cheirar e preparar novos voos. Foi sempre assim, e depois fala com a liberdade sem cálculo. Quem o ouve fica a saber a tendência calada mas que decide eleições.
No apoio de primeira hora na candidatura do novo Presidente nunca teve dúvidas. É por isso que gostamos de ouvir o Ricardo. Esperemos que o PS volte a gostar dele de novo!
Por Arnaldo Meireles





