Discreta e serena, aberta a todos e disponível para acolher pessoas, carros e até andorinhas – a pista que agora temos ao serviço da república da circulação onde todos cabemos.
Além de prática traz em si um sinal – foi aberta em silêncio, paga pelo dinheiro público mostrando – a quem não precisa de estudar – para que serve uma Câmara Municipal, apresentar obra de utilidade pública e deixar de gastar recursos em vaidades de decoração.
Mas também aconteceu sem anúncios tronitroantes, sem vexar qualquer pessoa, sem explicação mirabolante e sem promessas de invenção de coisa única no país e quiçá na Europa, sei lá, tlavez em todo o mundo, ou mesmo, no Universo!
A obra normal e útil está ali junto ao parque urbano da cidade para delícias dos aceleras e gozo sereno dos populares.
Obra feita sem incomodar ninguém, numa normalidade que se saúda na esperança que que o caminho agora iniciado não seja uma melodia interrompida.





