“Poucos são, hoje, aqueles que ainda guardam a memória das histórias, das vivências, dos versos, das orações populares e das rezas que outrora habitavam o quotidiano da freguesia de Frazão. O tempo passou, os ritmos aceleraram e muitas dessas palavras, sussurradas á lareira, ditas ao ritmo da enxada ou confiadas ao silêncio do campo, esbatem-se agora á beiora do esquecimento” – in Memórias que o tempo guardou, de Lurdes do Carmo Coelho Martins.

Entre histórias sussurradas à lareira, versos perdidos no campo e orações que moldaram gerações, muito do quotidiano antigo de Frazão parecia condenado ao silêncio. Mas o livro Memórias que o tempo guardou, de Lurdes do Carmo Coelho Martins, resgata essas vozes, preserva tradições e devolve à freguesia o património imaterial que o ritmo moderno quase apagou.
Onde pode encontrar este livro? Na Junta de Freguesia de Frazão, em Paços de Ferreira





