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Cabo Verde, isto é do caraças!

por Redacção
24 de Junho, 2022
em Actual, Céptico
Tempo Leitura:9 minutos a ler
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Nesta semana todos ficamos a falar de Cabo Verde a propósito da visita da delegação camarária àquele país, esperando-se dela resultados que beneficiem as nossas empresas. Aqui o Céptico soube da viagem e encontrou papéis antigos, entre eles um do líder laranja, datado de Fevereiro deste ano e que me pôs a cabeça à roda.

Escreveu Costa no facebook sobre as obras, mas caiu em saco roto. Nem as festas do Corpo de Deus conseguiram motivar quem manda a terminar as mesmas, para incómodo de quem nos visitou e  vergonha de quem cá vive e experimenta as consequências do “progresso” urbano. Ora veja a foto tirada na terça-feira:

Poderemos concluir que às palavras de Costa a Câmara disse nada. Mas lendo a publicação do líder laranja vamos encontrar (está a negrito) uma ideia para colocar a Moveltex a trabalhar! Ora veja:

__________

Alexandre Costa

18 de Fevereiro  ·   · 
Estive presente na reunião de Câmara de 18 de fevereiro, juntamente com os vereadores PSD Luís Miguel Martins e Sílvia Ferreira para discutir e votar mais de duas dezenas de pontos.
Mas antes de entrar na ordem do dia, abordámos um tema que preocupa os concidadãos do nosso concelho: as obras!
Chamámos a atenção para a forma como está a ser gerido este processo, principalmente para a falta de organização e as manifestas dificuldades de mobilidade para quem se cruza com estas obras. Executadas com fraco planeamento e falta de cuidados para quem circula nas ruas. Vê-se lama nos passeios, falta de sinalização e, mais grave, a população não sabe que intervenções estão a ser feitas porque a Câmara não comunica previamente as obras a executar.
A retirada das paragens de autocarro nas cidades de Paços de Ferreira e Freamunde são outro problema que permanece por resolver. Para quem apregoa que caminhamos para o modelo de cidades urbanas que se querem modernizar, não se compreende esta falta de condições, quando vemos as pessoas à espera do autocarro dispersas pelas ruas, sem qualquer abrigo, principalmente agravado nos dias de frio e chuva. Por isso, eu e os meus colegas vereadores PSD propusemos à Câmara a colocação das paragens nos vários pontos da cidade.
Entrando nos assuntos da ordem do dia, votámos contra o contrato-programa entre a Moveltex e a Câmara Municipal por entender que este documento não está ajustado com a nossa realidade. Não existe um plano ação concreto de apoio às nossas empresas, principalmente nesta fase de pós-pandemia. Este contrato-programa não foi feito a pensar no nosso tecido empresarial, não se compreende que o contrato seja uma mera réplica dos anteriores, e que seja incapaz de se ajustar à atualidade e dinâmica empresarial. Entendo que a Moveltex é, por princípio, uma excelente ferramenta para o desenvolvimento económico, mas não tem sido bem gerido, e lamenta que sirva apenas para a manutenção da máquina socialista. Registamos ainda muitas dúvidas de que a AEPF tenha conhecimento deste protocolo, contrariamente ao que nos foi tentado passar pelo senhor vereador Paulo Ferreira.
Referi neste ponto que podia ser o momento para a Moveltex trabalhar o problema da mão-de-obra fazendo parcerias com outras entidades sectoriais, industriais/empresariais, em especial de língua oficial portuguesa, com vista a captação de emigrantes, pois nada disto tem sido feito.
Na votação da descentralização das competências da ação social para as autarquias delineada pelo governo, mostrámos ser a favor da medida, mas contra a forma como está a ser feito pela Câmara Municipal. A criação da Divisão da inovação social retira funções que vinham sendo desenvolvidas pela Divisão da Ação Social e as Instituições Particulares de Solidariedade Social concelhias no acompanhamento das cerca de 600 famílias do concelho. Defendemos que a descentralização dos serviços de Lisboa para Paços de Ferreira é vantajosa, pela proximidade, mas não compreendemos a necessidade de a Câmara criar uma nova divisão, quando os serviços de Ação Social do Município e das IPSS concelhias estavam a funcionar e tinham um conhecimento aprofundado dos problemas das nossas famílias. A questão social é demasiado sensível para se transformar num caso político e não sabemos os impactos que esta mudança terá nas famílias. Lamentamos que não tenha sido ouvido o Conselho Local de Ação Social. A forma como está a ser conduzido deixa-nos preocupados. A ação social exige processos complexos que levam anos a conquistar e é preciso ter muito cuidado para não se destruir o trabalho desenvolvido, POR TODOS, até aqui.
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Passados cinco meses, eis que os nossos eleitos cumpriram o desígnio de Costa e lá foram dando disso notícia no oficial Imediato como pode ver em excerto da publicação deste jornal, no dia 20 de Junho

– IMEDIATO

Jovens cabo-verdianos vão poder realizar formação profissional em empresas de Paços de FerreiraPresidente da Câmara Municipal visitou o Cabo-Verde para reuniões com Governo

POR RICARDO RODRIGUES20 DE JUNHO 2022 0
Paços de Ferreira / visita a Cabo Verde
Primeiro-ministro cabo-verdiano reunido com comitiva pacense. Fotografia: Município de Paços de Ferreira

Uma comitiva encabeçada pelo presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, Humberto Brito, esteve na passada semana em Cabo Verde para reuniões de trabalho, nomeadamente com o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, e ministro das Finanças e Economia, Olavo Correia.

O objetivo foi, segundo comunicado enviado pela autarquia, “fixar os termos para garantir a jovens cabo-verdianos as condições de realizarem a sua formação profissional em empresas do concelho”. Este programa é encarado como uma forma de resposta “às necessidades de mão-de-obra existentes no concelho e na região”. (…)

As interrogações aqui do Céptico

Um céptico não tem certezas, por isso é céptico, até nem acredita que a verdade ande perto, mas fica a pensar com os seus botões e aí vai:

  • Tendo em Fevereiro Alexandre Costa dado a ideia, não tiveram a simpatia de o convidar para desenvolver o que propôs em reunião do executivo?
  • Estaremos a assistir a uma mudança de narrativa e o executivo já aceita ideias do PSD?
  • Vai deixar o senhor presidente de pedir ao PSD que “estude” os dossiers e vai passar essa tarefa para os seus vereadores?

Haja fé, esperança e também caridade – o tempo é longo e o mandato encurta todos os dias.


 

CÉPTICO – Duvido e não acredito na coisa!

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